Inquéritos da “noite sangrenta” terão delegado especial

Sem uma resposta ou qualquer tipo de explicação para a chacina ocorrida em Londrina entre os dias 29 e 30 de janeiro do ano passado, que resultou em 12 mortes e 14 feridos, os 17 inquéritos que apuram o caso ganharão um delegado especial. A informação foi divulgada ontem, pelo G1 Paraná, com base numa confirmação feita pelo Ministério Público (MP). Pouco mais de um ano depois da chacina, nenhum dos inquéritos foi concluído. Recentemente o capitão Ricardo Eguedis, um dos investigados, foi reintegrado às suas funções na Polícia Militar, justamente porque os inquéritos estão inconclusos.

Na chamada “noite sangrenta”, 12 pessoas foram assassinadas em bairros diferentes da cidade. A primeira das 12 mortes foi de um policial militar. Há a suspeita de que outros cinco assassinatos ocorridos em outras datas teriam relação com a chamada “noite sangrenta”.

Em maio do ano passado, foi deflagrada uma operação que resultou em que seis pessoas – cinco eram PMs – foram presas e outras seis foram alvo de condução coercitiva para depor.

De acordo com o G1, a Polícia Civil ainda não confirmou o nome do delegado especial que vai assumir os 17 inquéritos sobre a “noite sangrenta”.

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