PP, partido com mais envolvidos na Lava Jato, enquadra “rebeldes”

enquadramento

O PP, Partido “Progressista” (entre milhares de aspas), conhecido por ser a legenda com o maior número de políticos envolvidos na Lava Jato – ou pelo menos da parte conhecida e visível da operação ou não colocada sob o conveniente segredo de Justiça -, que investiga, entre outras coisas, a “compra” de apoio político com esquemas de corrupção, decidiu ter opinião. E fechou questão com relação à PEC 241, que “congela” os investimentos na área social, particularmente em saúde e educação – corrigindo os investimentos apenas pela inflação, em vez de ser um percentual da arrecadação. E decidiu que os deputados que votarem contra a “PEC da morte” serão punidos com o rigor do estatuto partidário. O rigor, no caso, poderia ser a expulsão. Um dos “rebeldes” é o prefeito eleito de Londrina, Marcelo Belinati, que no primeiro turno votou contra a PEC – ao contrário dos outros dois londrinenses, Alex Canziani (PTB) e Luiz Carlos Hauly (PSDB). O documento fechando questão pela PEC foi protocolada na Mesa da Câmara Federal. A PEC foi acaba de ser aprovada, mas o Baixo Clero ainda não conseguiu apurar como votou Marcelo Belinati.

Detalhe importante: o PP, partido líder em citação de políticos na parte visível da Lava Jato nunca fechou questão em nenhuma votação.

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