Adesão à greve é alta dentro da UEL, avaliam sindicatos

Com exceção do Centro de Ciências da Saúde (CCS), do qual faz parte o HU, a adesão dos professores à greve iniciada nesta segunda-feira é entre 90% e 95%, segundo avaliação da diretora de comunicação do Sindiprol/Aduel, Sílvia Alapanian. Segundo ela, o CCS tem uma dinâmica diferente, por ter cursos da área de saúde.

Atividades acadêmicas foram mantidas caso da Semana de História e do Congresso de Psicologia, que foram marcados antecipadamente. Segundo o Sindiprol, serão agendadas atividades por Centro de Estudos – que é como a UEL está dividida. O CECA, Centro de Estudos de Comunicação e Artes, por exemplo, tem reunião na tarde de hoje.

No caso dos servidores, no campus a adesão é alta. No HU, há apoio dos servidores ao movimento, mas a greve vai acontecer em “escala de revezamento”, segundo informou Adão Brasilino, diretor da Assuel, sindicato que representa os servidores da universidade. Segundo ele, no período de greve “serão atendidos casos de urgência e emergência, ambulatórios de oncologia e aleitamento materno”. A orientação é de que “as cirurgias eletivas sejam remarcadas”. “A prioridade é para os internados. A adesão é um pouco menor porque estamos com o hospital lotado. Diminuindo a lotação a greve ganha força”, explicou.

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