Servidores da UEL caminham para a greve

Os servidores da UEL, que estão reunidos nesse momento, no HU, na segunda assembleia do dia, caminham para uma greve. Na assembleia da manhã, realizada no anfiteatro do CESA, no campus, foi aprovada greve por tempo indeterminado, que será deflagrada na segunda-feira. A decisão final sobre entrar ou não em greve sai depois da assembleia em andamento, mas a tendência da categoria é por cruzar os braços.

Servidores e professores da UEL – que na terça-feira decidiram por greve de três dias (por tempo determinado) somam-se a outras categorias do funcionalismo, como os professores e servidores das escolas estaduais e os policiais civis, que já aprovaram greve a partir de segunda-feira. Todos eles protestam contra a tentativa do governo do Estado de recuar no acordo que pôs fim à greve do ano passado – medida que os servidores chamam de calote. O acordo prevê a reposição da inflação de 2016 em janeiro do ano que vem e é lei aprovada pela Assembleia Legislativa.

Desde junho, antes do recesso da Assembleia Legislativa, o governador Beto Richa (PSDB) tem sinalizado com o rompimento do acordo. O projeto recuando do acordo, porém, só chegou à Alep no dia 3 de outubro, um dia depois da eleição municipal. Foi o estopim para que as categorias do funcionalismo se mobilizassem.

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