Atravessar a Madre Leônia é um risco diário; pedestres se organizam

Representantes do Sistema de Arquivos da UEL (SAUEL), do Centro de Treinamento da Santa Casa, do Colégio PGD e da Faculdade Teológica Sul Americana se reúnem agora pela manhã, a partir das 9 horas, para cobrar da Prefeitura de Londrina um redutor de velocidade um uma faixa de pedestres elevada na avenida Madre Leônia Milito, em frente à sede da Construtora Thá. A travessia nesse ponto é perigosa, principalmente na pista que fica no sentido Centro-Bairro, e que permite que os carros desenvolvam altas velocidades, apesar de a máxima permitida no local seja de 60 quilômetros por hora. Do outro lado, em frente ao Carrefour, há um semáforo, que facilita a travessia aos pedestres, que buscam os pontos de ônibus.

Segundo funcionários das quatro instituições que funcionam nas imediações, atravessar diariamente a avenida é um grande risco, principalmente em horários de pico.

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