Publicano à passarinho

“Despejo”

Antes de sair do prédio do Gaeco para dar entrevista coletiva, o advogado Eduardo Duarte Ferreira, que defende o delator Luiz Antônio da Silva, tirou o seu carro de dentro do pátio do prédio do Ministério Público. Ouviu a seguinte piada de um repórter: “xi, o acordo de delação premiada deve ter sido rompido mesmo, o senhor até perdeu a vaga na garagem”.

 

Nós, gatos I

A quinta fase da Operação Publicana foi a primeira depois da inauguração do prédio novo do Ministério Público, que na verdade é o complemento do prédio para onde tinham mudado algumas promotorias até a conclusão da obra. O prédio, agora completo, é mais confortável, tem várias cadeiras na recepção e um auditório.

 

Nós, gatos II

Os jornalistas que cobriram a operação pela manhã se instalar no portão onde era a entrada improvisada do prédio antes da conclusão da obra – sem o mesmo conforto que agora é oferecido. Detalhe importante: do portão que agora fica nos fundos do prédio é possível captar melhores imagens e acompanhar alguma movimentação, ao contrário da nova e confortável entrada.

 

Nós, gatos III

Como se diz popularmente, gatos gostam da casa…

 

Por partes

Na entrevista coletiva concedida hoje à tarde, promotores evitaram dar qualquer detalhe que remetesse a alguma pista sobre a origem das investigações. Pistas que poderiam indicar, por exemplo, se o delator e outros réus continuaram recebendo propina mesmo depois de deflagrada a publicano.

 

Muita calma…

Antes que alguém comemore a possível quebra do acordo de delação premiada é importante lembrar que mesmo que ele seja rompido, esse rompimento não representa a anulação das provas geradas pelas declarações do (ainda) delator. E as provas, segundo o Gaeco, não se restringem às declarações.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *