Secretário de Segurança anuncia força-tarefa e nega ação de facção criminosa

Foto - Secretaria Estadual de Segurança Pública

Foto – Secretaria Estadual de Segurança Pública

O secretário estadual de Segurança Pública, Wagner Mesquita, concedeu entrevista coletiva no começo da tarde, em Londrina, ao lado do prefeito Alexandre Kireeff (PSD) e dos chefes da Polícia Militar e da Polícia Civil no Estado. Durante a entrevista, Mesquita reforçou a ideia de que a onda de violência ocorrida na cidade na madrugada de ontem não tem relação com facção criminosa e anunciou a permanência na cidade por mais 10 dias de uma força-tarefa para investigar os casos ocorridos e dar sensação de segurança à população.

A PM, por exemplo, terá um acréscimo de 80 policiais no seu efetivo. A Polícia Civil terá mais dois delegados e equipes de investigação durante o período de funcionamento da força-tarefa. Na noite de sábado as ruas de Londrina ficaram esvaziadas, por conta de um “toque de recolher” que circulou em grupos de whatsapp. A autenticidade da gravação ordenando o “toque de recolher” ainda não foi confirmada.

“Não há indicativo nenhum de que tenha partido ordem de comando ou de facção criminosa para ações contra a PM até o momento”, afirmou o secretário. Segundo ele, “os setores de inteligência estão vigilantes, trocando informações online com outras instituições de inteligência no Paraná e de fora do Paraná”.

O delegado geral da Polícia Civil, Júlio Reis, reforçou: “não há facção criminosa agindo contra policiais em Londrina. O que existe são fatos isolados e que estão sendo investigados com critério”.

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